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Theodor "Theo" Nordmann, um dos maiores ases da força de bombardeiros de mergulho da Luftwaffe, nasceu em 18 de dezembro de 1918, em Dorsten (Westfalia), Alemanha. Ele ingressou na Força Aérea alemã, em 01 de novembro de 1937, pouco após prestar o Abitur (exame de conclusão do curso colegial). Designado para servir como observador no Aufklärungsgruppe (H) 11 (Grupo de Reconhecimento 11) em 1 de dezembro de 1938, localizado em Goßenhain, Nordmann não permaneceria muito tempo nesta unidade, sen-do enviado para a Luftkriegsschule (Escola de Combate Aérea) situada em Berlin-Gatow, em 01.02.1939. Pro-movido a Leutnant em 28 de agosto de 1939, Nordmann seria posteriormente enviado para uma Stukaschule (Escola de Bombardeiro de Mergulho), sendo transferido, então, para um Grupo de Treinamento Operacional (Ergänzungsgruppe) do então denominado Stukageschwader 186 (St/186). Nesta unidade, durante a Campanha da França, Nordmann voaria nada menos que 60 missões de combate. Incorporado definitivamente ao serviço ativo no já renomeado 7./St.G 1 (7º Staffel da Stukageschwader 1), ele participaria dos combates contra a RAF durante a Batalha da Inglaterra, quando sua unidade sofreu pesadas perdas.
Em outubro de 1941 Nordmann seria promovido a Oberleutnant e designado para atuar como Staffelkapitän do 8./St.G 1. Os combates continuariam ao longo do ano seguinte, sendo que em 20.08.1942 ele voaria sua 600ª missão de combate. Entre setembro e dezembro de 1942 Nordmann foi transferido temporariamente para a ba-se de testes de Rechlin (Alemanha), permanecendo afastado do front neste período. Sua 700 missão seria completada em 01.02.1943 e, em 17 de março de 1943, Nordmann se tornaria o 214º soldado da Wehrmacht a ser agraciado com as Folhas de Carvalho da Cruz de Cavaleiro. Pouco depois, em 01.04.1943, foi promovido a Hauptmann.
Em 19 de janeiro de 1945, durante uma de suas missões, o Major Theodor
Nordmann, então com 26 anos de idade, veio a colidir seu avião com seu
Rottenflieger em razão da
péssima visibilidade decorrente da forte nebli-na. Nenhum dos dois pilotos
sobreviveu ao acidente. Foi a última das mais de 1.200 missões de combate
de Nordmann.
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