Recordes
Heinrich Bär
(1913 - 1957)

Oberstleutnant
JG51, JG77, JG1, JG3, EJG2, JV44
~1.000 missões de combate
221 vitórias (10 na Inglaterra, 16 c/Me 262, 21 quadrimotores, +25 Spitfires, 38 P-40s)
Prisioneiro de guerra

Heinrich "Heinz Pritzl" Bär foi o que se costuma chamar de um “Piloto do Primeiro ao Último dia”, ou seja, ele voou desde o primeiro dia da guerra, em 1º de setembro de 1939, até o último momento daquele conflito, em 08 de maio de 1945. Com isso ele é um dos pouquíssimos pilotos a alcançar e sobreviver a este feito. Some-se a isto o fato de que ele lutou e obteve vitórias em todas as frentes de combate em que atuou: Polônia e França, Canal da Mancha (na Batalha da Inglaterra), Rússia, Mediterrâneo e, por fim, na Defesa do Reich. E, para completar, Bär (que, em alemão, significa “urso”) fez tudo isso pilotando tanto caças com motor a pistão como jatos. Para sobreviver a este tipo de carreira não basta ser um bom piloto, mas sim alguém com características únicas.

Heinz Bär nasceu em 25 de março de 1913 em Sommerfeld próximo a Leipzig, Alemanha. Bär aprenderia a voar em planadores durante sua adolescência nos anos 20 e, aos 17 anos de idade já possuía o brevê para as categorias A, B e C sendo que, pouco depois, ele freqüentou o curso para aviões motorizados e também obteve sua licença para este tipo de aeronave.

O principal objetivo do jovem Pritzl era se tornar um piloto comercial da Lufthansa. Contudo, devido à suas origens humildes, ele não tinha condi ções de arcar com os custos de um curso de pilotagem avançado, então requerido para aqueles que desejavam tornar-se comandantes de aerona-ves de rotas comerciais.

A solução encontrada por Bär para encontrar um “curso gratuito” foi juntar-se à Luftwaffe, sendo que ele esperava usar a experiência que ganharia na Força Aérea para catapultar sua carreira civil.

Assim, em 1937, Heinz Bär alistou-se na Luftwaffe e, após o treinamento avançado, ele foi incorporado como um Unteroffizier. Ele iniciou sua carreira como piloto de avião de transporte, voando num Junkers Ju 52/3m mas, em seguida, ele foi transferido para a caça diurna, tendo completado o treinamento de piloto no inicio de 1939 e sendo designado para servir na JG 51 (Jagdgeschwader 51) . Mas a guerra impediu-o de abandonar a Luftwaffe - e, devido a esta obra do destino, iniciava-se uma das mais brilhantes carreiras da aviação militar.

Quando a II Guerra Mundial começou, em setembro de 1939, Heinz Bär estava servindo junto ao 1º Staffel da Jagdgeschwader 51 (1./JG 51) que então estava equipada com os caças Messerschmitt Bf 109E. Em 25 de setem-bro de 1939, o já Feldwebel Bär alcançou sua primeira vitória diante de um Curtiss H-75A-2 francês do GC I/4 sobre a localidade de Weissenberg. Durante a campanha da França em 1940, ele obteve mais duas vitórias: dois caças Hurricane da RAF.

Na Batalha da Inglaterra, enquanto dez caças inimigos sucumbiram diante de seus canhões, seu Bf 109 retor-nou a base severamente avariado por diversas vezes. Em 2 de setembro de 1940, a sorte de Bär quase o abando-nou: enquanto retornava de uma missão, com seu Bf 109

E-4 (W.nr. 3714) crivado de balas e com o motor superaquecido, ele foi "encontrado" por um Spitfire que deu o golpe de misericórdia. Ele conseguiu saltar do avião para cair nas águas geladas do Canal da Mancha

Após nadar por quase duas horas, já próximo do pôr do sol, ele finalmente foi localizado por um hidroavião de resgate alemão e levado de volta à sua base para, no dia seguinte, já estar voando normalmente. A despeito desse revés, durante o curso desta épica Campanha, Heinz Bär se tornou o Oficial Não-Comissionado da Luftwaffe mais bem sucedido daquele período, ao atingir a marca de 17 vitórias aéreas. Em reconhecimento à sua bravura e habilidade, no dia 07.09.1940, ele foi promovido a Leutnant.

Em meados de junho de 1941, Bär e sua unidade foram transferidos para o leste a fim de tomar parte na invasão da URSS, que começaria no dia 22 daquele mês. Voando uma série de missões nos primeiros dias da Operação Barbarossa, ele acumularia uma rápida seqüência de vitórias, incluindo nada menos que cinco bombardeiros soviéticos no dia 30.06.1941 (suas 23ª a 27ª vitórias). Por fim, em 02 de julho de 1941 o Leutnant Heinz Bär foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro após abater 29 aviões inimigos.

Pouco depois, em 20.07.1941, Bär foi transferido para o 12./JG 51. Isso praticamente não alterou sua "rotina" de caçador: sua 40ª vítima , um I-15, tombou dois dias depois, e sua 50ª vitória veio em 29.07. 1941.

Seu número de abates elevou-se de tal modo que, em 14 de agosto de 1941, já promovido a Oberleutnant, "Pritzl" foi convocado à presença do próprio Adolf Hitler para receber de suas mãos as Folhas de Carva-lho da Cruz de Cavaleiro. Ao se tornar o 31º soldado da Wehrmacht a receber essa honraria, Bär já acumulava um total de 62 vitórias aéreas e era nesse momento o quarto maior ás de todo o conflito.

Alguns dias mais tarde, Bär derrubou nada menos que seis aviões sovi éticos (suas 73ª a 78ª vitórias), mas ele quase não pôde comemorar. No dia seguinte, enquanto tentava chegar à sua 80ª vitória à bordo de seu Bf 109F-2 ("braune 1" - Werkenummer 8318), Bär adentrou cerca de 50km atrás das linhas inimigas enquanto perseguia sua vítima em potencial. Uma reviravolta fez com que seu avião fosse severamente danificado, forçando-o a saltar de pára-quedas.

Contudo, Bär chocou-se com força contra o solo e ventos forte o arrastaram por vários metros, antes que ele conseguisse se livrar de seu pára-quedas. Severamente ferido e quase cego de dor, ele iniciou um dos gran-des épicos de sobrevivência de um piloto de caça. Escondendo-se de seus inimigos enquanto avançava em direção às suas linhas, ele passou os dois dias seguintes em uma fuga agonizante e desesperada. Quando ele finalmente alcançou as linhas alemãs, constatou-se que sua espinha havia se fraturado em dois lugares! Os médicos simplesmente não puderam acreditar que alguém nessas condições conseguisse viajar à pé 50 quilômetros. Mas ele se recuperaria a tempo de acabar o ano de 1941 com nada menos que 88 vitórias confir-madas.

Leme do Bf109 de Bar com 113 vitórias em 27.06.1942, na URSS.

Em 24.11.1941, após a morte de Werner Mölders, a JG 51 tornou-se a Geschwader “Mölders”, sendo que, pouco depois, no início de 1942, o agora Hauptmann Heinz Bär foi nomeado Staffelkapitän do 12./JG 51. Mais uma vez, em 16 de fevereiro de 1942, Heinz Bär dirigiu-se ao quartel-general de Hitler para se tornar o 7º homem a ser agraciado com as Espadas da Cruz de Cavaleiro, quando contava com 90 vitórias aéreas.

Ao retornar para a frente de batalha, após uma breve licença, em 11. 05.1942, Heinz Bär tornou-se Gruppenkommandeur do I./JG 77 "Herz As". Ele passou a liderar sua unidade nas duras batalhas aéreas do sul da frente oriental, mais precisamente na região da península de Kerch. Lá ele se envolveria em uma "corrida de ases" contra outro pilo-to igualmente notório: o futuro Brillantenträger Major Gordon Gollob, então Geschwaderkommodore da JG 77.

Homens de personalidades diametralmente opostas, Gollob e Bär prati camente dominaram os céus na região de Kerch - Taman. Em 17 de maio de 1942 Gollob derrubou três bombardeiros leves R-5. Ele ainda abateria um caça Yak-1, pilotado pelo Sargento N. K. Chayka, que re-

portou como sua 93ª vitória. Mas Bär sempre se manteve à frente a despeito de Gollob nunca desistir. Em 18 de maio outros três obsoletos bombardeiros R-5 foram abatidos por Gollob que, agora, atingia a marca de 96 abates. No dia seguinte, tanto Bär quanto Gollob estavam em ação, mas foi "Pritzl" que conseguiu ganhar ao derrubar nada menos que cinco adversários (suas 99ª a 103ª vitórias), a despeito do seu comandante ter der-rubado outros três bombardeiros. Com isso, Bär entrou para a história como o 9º piloto a atingir a "marca má- gica" das 100 vitórias. No dia 08.06.1942 ele foi agraciado simultaneamente com o Troféu de Honra da Luft-waffe e com a Cruz Germânica em Ouro.

Mas, com a transferência de Heinz Bär para o Mediterrâ neo, em julho de 1942 - quando ele somava 113 vitórias -, a "corrida de ases" estava acabada. Voando os caças Bf 109 nas versões F e G, Bär viu-se combatendo em si-tuações cada vez mais desfavoráveis. Em 13 de outubro de 1942 suas vitórias foram diante de dois Supermarine Spitfires do 185º esquadrão da RAF). No dia seguinte outro Spitfire e três dias depois, mais um Spitfire foi derrubado próximo a La Valetta (ilha de Malta).

Em seguida, teve início sua participação em combates no céu quente e escaldante do deserto do norte da Áfri ca, enquanto apoiava o Afrika Korps do General Erwin Rommel. Até o final daquele ano Bär derrubaria nada menos que outros 22 aviões aliados, dos quais cinco no dia 03.11.1942. Entre janeiro de 1943 e a retirada da JG

Bar no Norte da África, 1942.
77 da Tunísia em direção à Sicília, em 29.04.1943, Bär acumularia outras 39 vitórias (suas 140ª a 179ª vítimas) , incluindo dois quadrimotores. No mesmo período, ele contraiu malária e, embora algumas vezes, entrasse no cockpit tremendo de febre, ele continuou a voar em múltiplas missões diárias.

Porém, as difíceis condições climáticas, combinado com as duras batalhas aéreas, a doença e a percepção de que as tropas do Eixo seriam derrotadas, cobraram um alto preço de Heinz Bär, levando-o a um profundo desgaste tanto físico como mental. Isso, aliado à sua "língua afiada" o levaram a retirado do comando de sua unidade.

Bar (esq), em conversa com Joachim Muncheberg (dir), início de 1943.

O grande ás da Luftwaffe foi afastado do comando de sua uni-dade em maio de 1943 e enviado de volta a Alemanha para recuperação e repouso. Após sua "recuperação", em 19.08. 1943, Bär foi nomeado Kommandeur do Erganzungsgruppe Süd (Gruppe de Reserva do Sul), então sediado no sul da Fran ça. Nessa nova função, Bär derrubaria dois aviões Aliados em 02.12.1943, um B-17 e um P-38.

Entretanto, a pressão ocasionada pelos ataques constantes das grandes formações de bombardeiros da USAAF, forçaram o Alto Comando a trazer Bär de volta à ativa em janeiro de 1944. Mas, ainda sem esquecer as críticas que "Pritzl" havia feito, o Oberkommando der Luftwaffe o "rebaixou" à Staffel-kapitän do 6./JG 1.

Sem se abater ("No meu próprio buraco eu ainda sou o Kommodore" - disse ele), Bär combateu com uma bra-vura ímpar as Fortalezas Voadoras da 8ª Força Aérea americana e sua escolta de caças e obteve um sucesso notável: entre 10.02 e 06.03.1944 ele derrubou nada menos que 16 aviões inimigos, treze dos quais eram qua-drimotores! Como conseqüência, o OKL dobrou-se diante da habilidade desse piloto, e Bär foi nomeado Grup-penkommandeur do II./JG 1 em 15.03.1944. Suas primeiras vitórias no comando do II./JG 1 foram à bordo de um Fw 190A-7, o "23 vermelho", mas pouco depois ele mudou de aeronave, passando para outro Fw 190A-7, o famoso "13 vermelho". Foi à bordo desse avião que, em 22.04.1944, Bär derrubou seu 200ª inimigo, um quadrimotor B-24 Liberator.

Na manhã do dia 29.04.1944, 28 caças de sua unidade foram escalados para interceptar uma formação de bom bardeiros da USAAF. Bär abateu um P-47 Thunderbolt - sua vitória de número 201 - e, alguns minutos depois, derrubou mais um avião, dessa vez um quadrimotor B-24 Liberator.

Em 01.06.1944, Bär foi promovido a Oberstleutnant e transferido novamente, desta vez para assumir a posição de Geschwaderkommodore da JG 3 "Udet". Durante a desesperada "Operação Bodenplatte", em 01.01.1945, Bär abateu dois caças Typhoons britânicos.

Em janeiro de 1945, Heinz Bär foi transferido para o co-mando de uma escola de pilotos de caça a jato o III./EJG 2 (Ergänzungs-Jagdgeschwader 2), conhecido como Le-chfeld Schule, que operava o Messerschmitt Me 262. Es

Bar inspeciona um bombardeiro B-17 "Miss Quachita" abatido por ele em 21.02.1944, sua 184ª vitória.
ses futuros pilotos seriam utilizados posteriormente pela unidade de caças à jato JG 7. Essa tarefa porém, tor-nou-se cada vez mais difícil, devido aos ataques Aliados e à crescente falta de recursos. Na terceira semana do mês de março, a unidade de Bär que contava com onze Me 262 foi transformada em unidade operacional.

Em 19 de março, Bär obteve sua primeira vitória com um caça a jato, diante de um P-51 Mustang e, em 21 de março, ele abateu mais um B-24. Três dias depois suas vitórias foram sobre outro B-24 e um P-51. Nas mãos de um piloto experiente, o Me 262 provava ser realmente uma arma muito poderosa. Bär abateria 13 aviões ini-migos - entre bombardeiros e caças - enquanto estava no comando da EJG 2. Sobre o incrível avião, Bär co-mentaria depois da guerra:

"Um bom piloto aliado em qualquer de seus aviões era duro de se lidar, e se ele tivesse a vantagem tática, ele tinha uma boa chance de sair vitorioso no combate. (...) Mas quando nós recebemos o Me 262 foi uma história diferente, e eles se viram em tremenda desvantagem contra nós. O jato era muito superior em relação a um monomotor à hélice. Nós poderíamos aceitar ou recusar o combate com os caças Aliados. A escolha era nossa. O desempenho e o armamento que nos era proporcionado pelo Me 262 eram decisivos no combate entre caças."

Bar e seu Me262.

Em 23 de abril de 1945, Bär juntou-se à lendária Jagdverband 44 (JV 44) do Generalleutnant Adolf Galland, então denomina-da “Esquadrão de Ases” ou “Esquadrão de Párias” - por se compor de vários pilotos que haviam sido expurgados pelo Alto Comando da Luftwaffe - onde permaneceria até o fim da guerra.

Quando Galland foi ferido em combate, em 26 de abril de 1945, Heinz Bär tornou-se o Kommodore daquela unidade. Como ás da JV 44, ele abateu dois P-47 em 27 de abril e obteve sua úl-tima vitória na Segunda Guerra Mundial dois dias depois, dian te de um Mosquito voando sobre Bad Aibling a bordo do novo Me 262A1-1a/U1 que chegara junto com ele à unidade. O protótipo estava fortemente armado com dois canhões MK103, dois MG 151/20 e outro par de Mk108.

Quando a guerra chegou ao fim, em 08 de maio de 1945, o já Oberstleutnant Bär havia obtido um total de 221 vitórias e tinha sido abatido 18 vezes! Após sua libertação de um campo de prisioneiros, Heinz Bär retomaria seu velho sonho de se tornar um piloto comercial civil mas a situação da Alemanha no pós-guerra mais uma vez atrapalharia seus planos. Contudo, em 1950, ele recebeu uma proposta de assumir um cargo de supervisor no Aeroclube Nacional, que estava estimulando o ressurgimento do vôo esportivo. Assim, Heinz Bär poderia, mais uma vez, voltar a voar.

No dia 28 de abril de 1957, enquanto estava fazendo acrobacias aéreas em um pequeno avião esportivo de pouso e decolagens curtos (STOL) em Braunschweig, Heinz Bär morreu instantaneamente quan do o aparelho repentinamente estolou a baixa altitude e chocou-se contra o solo.

Com certeza, um dos maiores e mais corajosos pilotos da História da aviação militar, o Oberstleutnant Heinz Bär ocupa a oitava posição na lista dos maiores ases da Luftwaffe e de todos os tempos.

Com mais de 1.000 missões de combate executadas ao longo da guerra, ele alcançou a marca de 221 vitórias confirmadas (das quais 96 no Leste e 65 no Mediter-râneo), o que o torna, logo atrás de Hans-Joachim Marseille, o piloto com o maior número de vitórias diante dos aliados ocidentais (computando entre estas 21 qua-

O civil Heinz Bär a bordo do  LF1 V-3 "Zaunkönig" (D-EBAR) nos anos 50.
drimotores e um Mosquito). Mais ainda, com suas 16 vitórias confirmadas a bordo de um jato Me 262, Heinz Bär é considerado, ainda hoje, (ao lado do ás america-no da Guerra da Coréia Joseph McConnell), como o maior ás da era do avião a jato.





Bf 109E-3 - Fw. Heinz Bär, I./JG 51 - França, 1939


Em 29 de abril de 1944, Bär abateu dois aviões com este Fw-190

Fw 190A-7 - Maj. Heinz Bär, Kommandeur II./JG 1 - Störmende/Alemanha - abril, 1944


Me 262A-1a - Maj. Heinz Bär, Stab III./EJG 2 - Lechfeld/Alemanha - março, 1945

 

Ficha do Piloto
Unidades:
- Jagdgeschwader 51 "Mölders" - Staffelkapitän 12./JG 51
- Jagdgeschwader 77 "Herz-As" - Kommandeur I./JG 77 (11.5.42 - 6.8.43)
- Jagdgeschwader 1 "Oesau" - Kommandeur II./JG 1 (15.3.44 - 12.5.44)
- Jagdgeschwader 3 "Udet"- Kommodore (1.6.44 - 13.2.45)
- Jagdverband 44- Kommandeur (26.4.45 - 3.5.45)
Aeronaves:
Messerschmitt Bf 109
Focke-Wulf Fw 190
Messerschmitt Me 262
Campanhas:

Blitzkrieg
Batalha da Inglaterra
Frente Oriental
Norte da África
Defesa do Reich.

Promoções:
- ??.??.1939 - Feldwebel
- 02.07.1941 - Leutnant
- 14.08.1941 - Oberleutnant
- 16.02.1942 - Hauptmann
- ??.??.???? - Major
- ??.06.1944 - Oberstleutnant
Condecorações:
- 29.09.1939 - Cruz de Ferro de 2ª classe
- 06.07.1940 - Cruz de Ferro de 1ª classe
- 02.07.1941 - Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro
- 14.08.1941 - Folhas de Carvalho da Cruz de Cavaleiro ...........................(31º)
- 16.02.1942 - Espadas da Cruz de Cavaleiro ...........................................(7º)
- 08.06.1942 - Troféu de Honra
- 08.06.1942 - Cruz Germânica em ouro

Bf 109F de Bär, a direita podemos ver os ornamentos do leme em comemoração a sua 100ª vitória (770x429 pxs - 37 kb) Bf 109G-2/Trop do Hptm. Heinz Bär, Kommandeur do I./JG77. Bf 109G-2/Trop do Hptm. Heinz Bär, Kommandeur do I./JG77.






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