| Talvez ninguém da Alemanha, nem mesmo
o próprio Adolf Hitler, imaginaria que um avião de luxo, que transportava passageiros
nas linhas aéreas comerciais nos idos dos anos 30, seria uma verdadeiro incômodo
para a Inglaterra durante os anos de guerra. O Focke-Wulf Fw 200 "Condor"
foi literalmente improvisado como arma bélica durante a 2ª Guerra Mundial, servindo
primeiramente como avião transporte e mais tarde como aeronave de reconhecimento
marítimo armado, o que o alçou diretamente para a função de bombardeiro, a qual
desempenhou de forma até invejável, quando temos em mente a pequena quantidade
destes aparelhos em serviço na Luftwaffe.
Rejeitado pelo OKLAnalisando a história da Segunda Guerra, é possível
concluir que os conceitos de Blitzkrieg,
desenvolvidos pela escola militar germânica, não visavam o emprego de um bombardeiro
de grandes proporções, como o norte-americano Boeing B-17
e o Lancarster inglês, mas sim, aviões de ataque
rápido, a exemplo dos bombardeiros de mergulho (picado) Junkers
Ju 87 "Stuka" ou aparelhos médios como o Junkers Ju 88
e Dornier Do 17.
O Fucke-Wulf Fw 200 efetuou seu vôo inaugural em 27 de Junho
de 1937, ainda como protótipo, designado "200-V1 Condor". E provou ser o melhor
aparelho de viagens do mundo: era o mais confortável, o mais silencioso e o mais
caro. O projeto teve início em meados de 1936, quando o engenheiro aeronáutico
Kurt Tank (pai do Fw 190) e o diretor da Focke-Wulf juntaram-se
aos executivos da companhia aérea estatal alemã Lufthansa para criar um avião
civil capaz de concorrer com o Douglas DC-3 dos americanos e paralelamente substituir
os já um tanto obsoletos Junkers Ju 52/3m. O que se obteve
no projeto final foi um quadrimotor que podia atravessar o Atlântico Norte
| |
sem escalas, transportando 26 passageiros e quatro tripulantes! Era propulsionado
por motores americanos Pratt & Whitney Hornet de 850 hp cada, munidos de hélices
VDM-Hamilton de duas pás. Do ponto de vista aerodinâmico, era uma aeronave
fora do comum, sem projeções e com asas em catiléver; visando a eficiência em
vôos mais demorados; foi feito um alongamento (entre a envergadura e corda-média)
de 9,15m. As asas eram muito bem construídas: constituídas por duas seções, uma
interna com os motores e outra externa com diedro que se afinalava em direção
as partes extremas. As superfícies mais próximas ao corpo eram enteladas. O avião
era revestido com chapas de metal tensionadas, proporcionando resistência estrutural
para as travessias. A maioria dos controles eram acionados manualmente, porém
os servocompensadores eram dotados por engrenagens e os compensadores operados
por sistemas elétricos. Os flapes eram acionados hidraulicamente (como no DC-3)
e revestidos por liga de magnésio (Elektron).
 | O
trem de pouso retraía-se para a porção frontal do avião e toda a operação de travamento
era auxiliado pelo fluxo de ar. Assim, quando o piloto desejasse pousar sua aeronave,
bastava soltar as rodas e deixar que o próprio peso do trem de pouso e da bequilha
traseira fizesse o restante. Outro ponto interessante era que todos os sistemas
desse tipo eram dotados de amortecedores, possibilitando pousos e decola-gens
mais seguros e confortáveis. O vôo inaugural do protótipo V1 foi em junho
de 1937, nos comandos do próprio Kurt Tank. O aparelho em questão era esteticamente
harmonioso, com nove jane | las de Plexiglas nas duas laterais,
mas o V1 não contava com nenhum equipamento ou pintura. Posteriormente o mesmo
avião foi adquirido pela Lufthansa e pintado com as devidas cores da empresa.
Este "Condor" recebeu a designação D-AERE e denominava-se Saaland.
Os militares recusaram o Fw 200, devido ao conceito da Blitzkrieg
e pelas ordens do General Albert Kes-selring. Mesmo assim, nos anos 30, o "Condor"
teve um papel importante na aviação mundial. Muitas linhas particulares do mundo
o adquiriram na versão Fw 200A-0, equipada com motores BMW 132G-1 de 720 HP e
apresentava poucas alterações diante do modelo V1, como um ligeiro enflechamento
dos painéis alares e algumas modificações na cauda. Nove exemplares
foram vendidos para a Dinamarca e outros dois foram para o Syndicato Condor Ltda,
com sede no Rio de Janeiro. | |
O protótipo V2 foi entregue para a Lufthansa e o V3 era o avião pessoal
de Hitler. O Führer, não gostava muito de viajar nesse aparelho a princípio, preferindo
o veterano Ju 52, principalmente por não confiar muito
no trem de pouso retrátil, como afirmou o seu próprio piloto Hans Baur (1897-1993)
na sua autobiografia "Hitler At My Side" (Eichler Publishing Corporation, USA,
1986, p. 85). O Fw 200 efetuou muitos vôos recordes na sua carreira
de avião comercial. Um deles foi efetuado em agosto de 1938, quando os pilotos
Henke e von Moreau decolaram do aeroporto de Tempelhof, em Berlim e atingiram
Nova York em exatas 24 horas e 55 minutos, sendo que a viagem foi feita com vento
na direção contrária. A viagem de volta foi feita em apenas 19 horas, com a distância
de 6.558 km percorridos e velocidade média de 330 Km/h, com um Fw 200S (de especial).
Dias mais tarde, o mesmo avião partiu para Tóquio fazendo apenas três escalas
na trajetória. A eclosão da GuerraA
chegada do avião no Japão rendeu bons frutos a Alemanha. A Marinha Real Japonesa
ficou muito impressionada ao analisar a aeronave e imediatamente encomendou um
exemplar, porém para fins militares, sendo designado para reconhecimento marítimo
no Pacífico.
 | Kurt
Tank acreditou que a idéia dos japoneses seria útil para a Luftwaffe. A essa altura
já se fabricavam os aparelhos da série B. Logo, ele modificou um V10, com motores
BMW 132Dc ou 132H, aumentando a ca pacidade de combustível, adicionando um comparti-mento
interno capaz de carregar holofotes, botes, câmaras de fotografia, marcadores
e três MG15 de 7.92mm montadas numa gôndola ventral e na frente do avião. Nenhuma
carga de bombas foi prevista. No início de 1939, já era evidente para
o Alto Coman-do que um conflito envolvendo a Alemanha estava pró-ximo. Assim,
o chefe do Estado-Maior da Luftwaffe, General Jeschonnek, atribuiu ao Oberleutnant
Peter- | sen a tarefa de organizar um grupo de operações navais,
capaz de realizar reconhecimento marítimo e eventualmente atacar alvos no Atlântico.
O avião escolhido para a missão era o Heinkel He 177.
Porém este se encontrava em fase de desenvolvimento, a solução seria a adoção
da idéia nipônica, o Fw 200V10 "Condor". O mesmo ocorreu com os aviões
de transporte Junkers Ju 52/3m e o Dornier
Do 17. Ambos foram desenvolvidos para a aviação comercial, mas a Luftwaffe
equipou-os com cargas explosivas, sem consultoria técnica, o que foi motivo de
piada para os ingleses. O Fw 200 era literalmente inadequado para a unidade de
Petersen, principalmente por conta de sua estrutura frágil para receber bombas.
Some-se, ainda, o fato do "Condor" ser obrigado a operar a partir de pistas precárias
e, muitas vezes, improvisadas. A equipe de Kurt Tank fez o possível para remediar
os problemas estruturais e tentar driblar as modificações não oficiais feitas
em campo. Assim originou a versão Fw 200C em 1939, que equipou a Luftwaffe na
função de transporte e pôde participar, juntamente com aparelhos da antiga variante
B modificados, da operação de ataque à Noruega em 1940.
Seis Fw 200C-0 receberam armamento sim-ples: três MG15, sendo
que uma era localiza-da numa gôndola semi-hemisférica logo atrás do cockpit, outra
numa escotilha ventral e ou-tra era operada também na porção dorsal, mas na região
frontal do avião, como uma espécie de cabina. Também foi introduzido
um compartimento de bombas nas asas e no dorso do avião capaz de levar quatro
artefatos de 250Kg. | |
A variante seguinte era vista como definitiva, mas apresentava grandes
equívocos, como a visível falta de blindagem e falhas estruturais. O C-1 tinha
muitas novidades, como aquecimento interno e luz elétrica para a tripulação, mas
a principal delas era a gôndola ventral mais deslocada que a do modelo anterior,
reservando um espaço adicional no avião que levava uma carga de cimento de 250Kg
para acertar a mira. Foi também introduzido um canhão MG
FF de 20mm de fogo frontal (a fim de causar problemas às baterias antiaéreas
aliadas), que era a única arma ofensiva de disparo rápido (exceto as bombas herdadas
da versão mais antiga). Outra característica, rara para a época, era o amplo espaço
interno para seus cinco tripulantes. A
Kampfgeschwader 40 e as últimas variantesO Fw 200C-1 "Condor" equipou
uma Geschwader comandada pela marinha
e sob as ordens do Oberleutnant Petersen, a KG 40 (Kampfgeschwader
40). Esta unidade nunca alcançou um efetivo de vulto, devido às altas perdas (afinal
os "Condor" eram fracamente armados e sujeitos a acidentes estruturais). Desse
modo, acredita-se que a KG 40 raramente contou com mais de doze Fw 200C. No primeiro
ano de operação, seis aparelhos sofreram acidentes e oito tiveram a estrutura
rompida durante pousos.
 | Consciente
da demanda, a Focke-Wulf organi zou um parque industrial de cinco grandes companhias
aeronáuticas, entretanto o proje-to jamais recebeu prioridade máxima e em fevereiro
de 1944, quando o programa de construção foi encerrado, apenas 252 unida-des haviam
sido empregadas em combate. Mas a KG 40 teve seus momentos de glória. |
O I./KG40 (Gruppe I da Kampfgeschwader
40) iniciou suas operações no Atlântico em 08 de abril de 1940, operando em bases
na Dinamarca ocupada e direcionando os ataques contra os navios ingleses. No final
de junho daquele ano, a KG 40 foi transferida para a localidade francesa de Bordeux-Mérinac,
que sediaria os Condor até a ocupação da França pelos aliados em 1944.
Inicialmente, os Fw 200 eram utilizados como aviões auxiliares da Luftwaffe na
investida contra as ilhas britânicas, na chamada Batalha
da Inglaterra. Os aviões da KG 40 realizavam suas missões de maneira nada
ortodoxa: voavam num arco que os fazia sobrevoar entre a Cornualha (sudoeste da
Inglaterra) e o oeste da Irlanda, depois de perturbar os britânicos lançando suas
quatro bombas, eles voavam até a Noruega e dois dias mais tarde, retornavam a
base em Bordeux-Mérinac. Apenas dois aparelhos foram perdidos na Batalha e um
ficou seriamente danificado, mas que escapou à furiosa investida de um Spitfire
da RAF - que gastou toda sua munição sem derrubar o quadrimotor alemão.
| Apenas
em agosto de 1940, o comando de Petersen desempenharia sua função primária: incursões
contra os comboios. No curto inter-valo de tempo de dois meses, eles haviam afundado
nada menos que 90.000 toneladas. Em 26 de outubro, um Fw 200C-1 pilotado pelo
Leutnant Bernhard Jope atingiu o barco Empress of Britain de 42.348 toneladas
na Baia de Donegal (Irlanda). O barco, muito avariado e sem conseguir se movimentar,
foi afundado horas depois por um submarino. Em 09 de fevereiro de 1941, a KG40,
chegou | |
a atingir a marca de 363.000 toneladas afundadas, e como prêmio por esse
feito, foram criados outros dois Staffeln
para aquela unidade, tendo, pela única vez, um número de 36 Fw 200C-1 disponíveis.
Nesta ocasião o Primeiro-Ministro da Inglaterra, Winston Churchill, apelidou o
Condor de "Flagelo do Atlântico" ao ser informado das operações realizadas pela
Kampfgeschwader de Petersen.
O KG40 recebeu a variante C-2 entre o final de 1940 e o início de 1942. Eram
protótipos, com modificações no suporte de bombas para revitalizar a aerodinâmica
e tanques externos de 300 litros. A outra versão C-3, de fevereiro de 1941, era
melhor, apresentando o Condor totalmente reprojetado, para corrigir as famigeradas
falhas estruturais, com motores BMW Bramo 323R-2 Fafnir com injeção de água e
1200HP. Colocou-se trilhos para bombas de 500Kg e adicionaram-se doze cargas SC40
de 50Kg na região ventral. Colocaram mais três metralhadoras MG15, sendo que duas
disparando nas laterais e a bolha "dorsal" foi substituída por uma torreta Fw19,
aumentando a tripulação para seis integrantes. Os novos aparelhos da
versão Fw 200C-3/U1 ofereciam boas armas de defesa, com ênfase para um canhão
MG151/20 na torre dianteira HDL 151. O MGFF
de 20mm foi substituído por outro MG151/20, entretanto, o aumento considerável
de peso causou uma redução preocupante da velocidade, que caiu de 305Km/h para
275Km/h.
 | No
ano de 1941 apenas 58 "Condor" deixa-ram as linhas de produção, entre eles a vari-ante
C-3/U2 que trazia um complexo sistema de mira denominado Lotfe 7D, o qual dava
mais precisão aos ataques com bombas. A adoção desse estranho dispositivo, obrigou
a subtituição dos canhões de 20mm por metra-lhadoras MG131
de 13mm e a diminuição do tamanho da torre Fw19. Logo em seguida, a KG40 operou
o modelo Fw 200C-3/U3 que dispunha de mudanças no armamento dorsal (agora com
duas MG131): uma na gôndola EDL131 e a outra na posição traseira. |
A versão C-4 é um tanto indefinida, pois o armamento e os equipamentos variavam
de acordo com o tipo de missão: podia-se ter o sistema Lotfe 7D ou em vez dele
mais uma MG131, na mesma proporção que era possível encontrar aeronaves com a
torre Fw19 em operação. Mas o importante é destacar que esta variante recebeu
radares da pré-série Rostock e posteriormente os FuG 200 Hohentwiel para missões
noturnas de bombardeiro. A KG 40 também recebeu a versão C-6,
cuja variante era uma conversão de aviões da série C-3 para operarem mísseis anti-navios
Hs293A guiados por rádio do sistema Kehl/Strassburg instalados nas gôndolas ventrais.
Entre 1943 e 1944 modificaram alguns Condor, passando para a versão C-8, que tinha
as naceles internas mais profundas para receber melhor o sistema de rádio.
O Final da Guerra e os últimos sobreviventes
Com a invasão
da França pelas topas aliadas e a retirada das forças do Eixo daquele país
no final de 1944, várias unidades foram capturadas ou extintas, e entre elas estava
a KG40. Os exemplares restantes do Fw 200 em operação, foram distribuídos
entre as unidades de transporte. Dois "Condor" foram especialmente fabricados
na designação C-4/U1, e eram verdadeiros transportes de luxo armados com quatro
MG15. Um deles serviu ao Reichsfüher Heinrich Himmler (1900-1945), chefe das SS
e da Gestapo, e levava em seu interior uma poltrona blindada de couro e escotilhas
de emergência especiais.
No final do conflito, haviam apenas dois Fw
200B, que haviam sido encomendados pelo Japão antes da Guerra e nunca entregues
por causa do início das hostilidades e que compunham o esquadrão de transporte
KGrzbV 105. O primeiro, um Fw 200B-2 "Hessen" acidentou-se ao deixar o cerco de
Berlim em 21 abril de 1945, por causa do excesso de passageiros (na maioria líderes
políticos). O segundo, outro B-2, sobreviveu ao conflito.
| No Brasil, no final da década de 30, o Sindicato Condor (subsidiária da Lufthansa e posteriormente Cruzeiro do Sul) havia enco-mendado dois Fw 200A-0. Chegaram ao Rio de Janeiro em 29.06.1939 após percorrerem 11.000 km, passando por Sevilha/Espanha, Bathurst/Gâmbia e Natal/RN. Imediatamente foram colocados na rota Rio de Janeiro-Buenos Aires. Os prefixos eram: PP-CBI "Abaitará" (originalmente D-AXFO "Pommern" W.Nr. 2996) e PP-CBJ "Arumani" (D-ASBK "Holstein" W.Nr. 2995). |
|
Ambos foram uma verdadeira preocupação para os norte-americanos nos anos pré-guerra, pois poderiam ser facilmente convertidos para o uso militar e tinham autonomia de vôo para chegar ao Canal do Panamá, caso o Brasil se aliasse a Hitler, uma real possibilidade na época. Vargas balançou entre um lado e outro durante muito tempo, vendo de onde poderia tirar mais vantagens para o país. Além disso, foi fechado um acordo tecnológico para a fabricação do avião no Brasil, o que deixou os yankees de cabelo em pé.
Em 07.03.1947 o "Abaitará" foi abalroado no solo quando o DC-3 prefixo PP-PCK da Panair pousava no Santos Dumont, sendo sucateado. Com relação ao "Arumani", segundo alguns pesquisadores, foi "destruído" para não ficar nenhuma marca do nazismo, após a queda do III Reich. Com certeza, foram os últimos de uma linhagem que entrou para a história.
Histórico |
Séries: |
|
Categoria(s): |
|
Bombardeiro:
C
Reconhecimento marítimo
Plataforma de mísseis
Transporte:
A,B |
|
Tripulantes: |
|
Primeiro
Vôo: |
|
Primeira
entrega: |
|
Última entrega: |
|
Obs: |
|
O
número 8-200 foi designado fora de sequência, porque a Focke-Wulf
requisitou um número "especial" para a aeronave. |
|
Ficha
Técnica - Fw 200 C-3/U4 |
Motor: |
|
Quatro BMW-Bramo Fafnir
323/R-2 nove cilindros radial |
|
Potência: |
|
Dimensões: |
|
Envergadura:...................................... |
32,84
m |
|
Comprimento:..................................... |
23,46
m |
|
Altura:................................................. |
06,30
m |
|
Pesos: |
|
Vazio:.................................................. |
12.951
kg |
|
Máximo:............................................. |
22.700
kg |
|
Desempenho: |
|
Vel. cruzeiro:...................................... |
|
|
Vel. máxima:...................................... |
360 km/h |
|
Vel. ascensão:.................................... |
|
|
Autonomia:......................................... |
3.556
km |
|
Teto serviço:...................................... |
5.800
m |
|
Armamento(s): |
|
| Torre dorsal: |
1 x MG 151/15 de 15 mm
1 x MG 151/20 de 20 mm
ou 1 x MG15 de 7.92 mm montada na torre fw19 |
| Gondola ventral: |
1
x MG 151/20 de 20 mm apontada para frente
1 x MG15 de 7.92 mm apontada para
trás.
2 x MG15 de 7.92 mm ou
2 x MG131 de 13 mm e 1 MG131 de 13 mm localizadas
em posições estratégicas. |
Bombas: 2.100 kg na gondola
ventral e sob as asas
Misseis: (C-6 até C-8): dois misseis anti-navio
Hs293.
Outros: C-8: radar Fug 200. |
|
 |
|
|