O Messerschmitt Bf 110 foi uma aeronave
de sucesso paradoxal. Isto porque, embora tenha sido um fra-casso para
desempenhar o papel para o qual foi projetado, o de caça pesado (Zerstörer),
durante a Batalha da Inglaterra, ele terminaria
por desempenhar de modo invejável outras missões para as quais acabaria
sendo uti-lizado. Desse modo, embora não tenha correspondido às expectativas
da Luftwaffe, ele terminaria por servir à Alemanha durante toda a II Guerra
Mundial como caça de escolta de longo alcance, caça-bombardeiro, avião
de reconhecimento, apoio terrestre e, finalmente, como caça noturno.
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O caça de escolta multiposto de longo alcance é, pos-sivelmente,
a aeronave mais difícil de se projetar. Certa mente nenhum avião
preencheu satisfatoriamente esta lacuna durante o último conflito
mundial e quando o len dário Professor Willy Messerschmitt começou
a desen volver um projeto nessa direção, no fim de 1934, para a
Bayerische Flugzeugwerke localizada em Augsburg, suas dificuldades
teriam parecido insuperáveis se ele não tivesse conhecimento de
outros projetos que esta vam em curso pelo mundo afora.
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O pedido por este tipo de aeronave havia sido feito pelo próprio
(então) Generalfeldmarschall
Hermann Göring, pa-ra equipar seus esquadrões
de elite denominados Zerstö- rer (Destruidores), cuja tarefa primordial
seria a de serem capazes de penetrar profundamente em território
inimigo, possuindo suficiente autonomia para acompanhar as for-mações
de bombardeiros.
Consequentemente, a necessidade de um tanque de com bustível de
grande capacidade representava um acréscimo de peso nada desprezível
e a necessidade de ser um bimo tor, tornavam a tarefa de fazer dele
um adversário respeitá- vel, manobrável e capaz de enfrentar os
caças intercepta-dores inimigos, um trabalho complicado.
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| Messerschmitt não tinha qualquer experiência
anterior no projeto de aeronaves militares bimotores quando co-meçou
a trabalhar no Bf 110. Na verdade, seu primeiro avião de guerra, o
caça monoposto Bf 109, havia sido concebido
apenas no verão anterior. Na época o motor alemão mais poderoso disponível
era o Junkers Jumo 210A de 610 HP (455 kW) e era óbvio que um par
des-tes motores seria insuficiente para providenciar a força necessária
para um caça pesado e relativamente gran de. No entanto, a Daimler-Benz
Aktiengesellschaft já estava ativamente empenhada no desenvolvimento
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um novo motor de 12 cilindros em "V" invertido, de refrigeração líquida,
o DB600, que previa uma potência de 1.000HP e, o que era melhor, a promessa
de já estarem disponíveis para serem instalados nos protótipos
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O primeiro protótipo do Bf 110 fez seu vôo inicial em
12 de maio de 1936. O fator chave no projeto era justamen te o uso
dos dois motores Daimler-Benz DB 600 e, em conseqüência, a posterior
dificuldade de se obter o nú- mero suficiente destes significou que
o aparelho não pôde ser testado na Espanha pela Legião Kondor, du-rante
a guerra civil naquele país. De
qualquer modo, u-ma aeronave foi testada no Centro de Avaliação da
Luft waffe em Rechlin em 1937 e provou ser bem rápida, em bora pouco
manobrável. |
A despeito de suas limitações naturais, o Bf 110 entrou em serviço no
início de 1939 na versão Bf 110C, impul sionado por dois motores DB 601A
de 1100 HP. A produção foi projetada para rapidamente alcançar a larga
es cala e, ao fim daquele ano, cerca de 500 Bf 110s estavam voando em
unidades operacionais. Estas eram de-nominadas de Zerstörergeschwader
(ZG) e, para elas eram enviados os melhores pilotos, dado o grande valor
que a Luftwaffe atribuía à sua função.
Estréia de Sucesso e Fracasso no Canal
Quando a Alemanha invadiu a Polônia em 01
de setembro de 1939, dez Gruppen da
Luftwaffe já tinham sido equipados com o caça pesado. Encontrando pequena
oposição aérea (a maioria dos aviões poloneses já havia sido destruída
em solo pelos Stukas), o Bf 110C foi principalmente
empregado em missões de apoio terrestre.
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De destaque, deve ser lembrado que foi justamente um piloto de
Bf110C que foi o primeiro ás da Segunda Guerra Mundial: o Major
Hannes Gentzen (1906-1940) do JGr.102, alcançou sete vitórias durante
esta cam-panha (a última em 14.09.1939). Gentzen, que tornou-se
um herói do público alemão, morreria em um aci-dente de vôo alguns
meses depois, em 26 de maio de 1940, em plena Blitzkrieg,
quando já havia acumulado um total de 18 vitórias confirmadas.
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Em 14 de dezembro de 1939, uma formação de 20 bombardeiros Wellington
da RAF foram localizados quando em direção à baía de Heligoland - onde
se encontrava parte da frota naval germânica - e interceptados por vá-
rios Bf 110. Doze bombardeiros britânicos foram abatidos e os demais retornaram
à Inglaterra sem terem con seguido alcançar seu objetivo. Foi neste combate
que vários dos futuros ases da Alemanha alcançaram suas primeiras vitórias,
entre eles, os Brillantenträger:
Gordon Gollob e Helmut Lent.
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O sucesso deste avião seria demonstrado mais uma vez durante a
invasão da Noruega, em abril de 1940, quando um pequeno grupo de
Bf 110´s aniquilou uns poucos Gladiators
enviados contra eles em um com-bate sobre Oslo. Uma vez que a infantaria
que deveria tomar o aeroporto da capital norueguesa ainda não ti-nha
aparecido, os pilotos simplesmente pousaram e capturaram eles mesmos
o aeródromo.
Mas não seria antes de enfrentar os caças da RAF em 1940 que o
Bf 110C passaria pelo seu verdadeiro teste real de combate.
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As unidades que os operaram naquele combate épico foram as Zerstörergeschwadern
(ZG2, ZG26 e ZG76, o EprGr 210 (Erprobungsgruppe
210) e alguns Gruppen dos Lehrgeschwadern
(LG1 e LG2). No entanto, durante a Batalha da Inglaterra
o Bf 110 e suas tripulações foram duramente castigados pelos caças Hawker
Hurricane e Supermarine Spitfire da RAF,
que eram muito mais manobráveis.
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As perdas foram se tornando cada vez mais altas e, embora alguns
ases tenham surgido, como Hans-Joa chim Jabs
(que abateu dez adversários), a inaptidão do caça era cada vez mais
evidente. Assim, em vez de proteger os bombardeiros sob sua escolta,
as for-mações de Bf 110s descobriram que a tarefa funda-mental de
defenderem a si próprios já se mostrava su-ficientemente difícil.
A solução, humilhante por sinal, foi a de que os ca- ças monoposto
Bf 109E deveriam passar a escoltar esses
caças de escolta pesados!
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A falha completa do Bf 110C nas Batalhas do Canal da Mancha no papel
para o qual fora desenhado levou à sua retirada daquele front mas não
resultou, ao contrário do esperado, na redução de sua produção, sendo
que, ao final de 1940 haviam sido produzidas 1.083 aeronaves. À medida
que outros modelos foram se tornan do disponíveis, os mais antigos Bf
110C e D foram transferidos para outros teatros de operação, como Oriente
Médio, Norte da África e Frente
Oriental.
Sobrevida na Rússia e no Mediterrâneo
Como caças diurnos, os modelos C e D já haviam desaparecido da Europa
no verão de 1941, embora continua ssem a ser utilizados extensivamente
nos Bálcãs, na Rússia e no Norte da África, onde os alemães ainda po-diam
desfrutar de certa superioridade aérea. Entretanto, com a introdução do
Me 210, em 1942, sua produção foi reduzida para
apenas 784 aparelhos ao longo daquele ano. Continuaram a desempenhar funções
de apoio às tropas de infantaria e missões de reconhecimento com sucesso,
sendo que a versão D podia carregar com-bustível extra, enquanto as versões
E e F, equipadas com os motores DB601F de 1.300 HP, podiam transpor-ar
até 2.000kg de bombas ou câmaras fotográficas de reconhecimento.
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Até este ponto, todas as versões haviam sido equipadas com dois
canhões de 20mm e quatro metralhadoras de 7,92 mm disparando à frente
e uma única metralhadora MG 15 operada pelo artilheiro de ré. Mas,
à esta altura da guer ra, vários kits opcionais (Rüstsatz)
permitiam que se adicionasse ao avião várias armas extras de 20mm
ou 30mm em gôndolas sob as asas, que os tornavam extre-mamente eficazes
contra blindados.
Apenas a versão F-2, que foi desenvolvida principalmente como um
caça noturno, passou a utilizar dois canhões de 30mm à frente, em
substituição aos de 20mm.
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A despeito disso, seus dias pareciam contados sen-do que sua produção
estava prevista para se encerrar no final de 1942.
Mas a falha retumbante no projeto do Me 210,
levou ao cancelamento deste projeto em 17.04.1942 e ao desenvolvimento
de uma nova e melhorada versão do veterano avião, o Bf 110G, equipado
com dois moto-res DB 605B de 1475HP, capazes de desenvolver u-ma
potência de 1.355 HP à uma altitude de 5.800m.
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A versão mais comum, a G-2, era equipada com dois ou quatro canhões
MG151 de 20mm e quatro metra-lhadoras MG17 de 7,92mm montadas no
nariz, além de um par de MG81 (de 7,92mm) montadas à ré e, quando
utilizado para a caça noturna podia carregar a té quatro homens
(o comum sendo três tripulantes), pa ra operar o radar e os canhões
de 20mm/30mm adicio-nais que disparavam obliquamente (o Schräge
Musik).
O fracasso do Me 210 e a necessidade cada
vez maior de caças noturnos disparou a produção do Bf 110 que passou
a 1.580 aviões em 1943 e 1.525 em 1944.
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A Redenção como Caça Noturno
Mas seria no papel de caça noturno que o Bf 110 conseguiria se redimir
de seu fracasso como caça de escol-ta diurno. A sua escolha para equipar
as primeiras Nachtjagdgeschwader
mostrou-se extremamente feliz, já que o mentor de tal projeto, Hauptmann
Wolfgang Falck e seu primeiro ás, Oberleutnant
Werner Streib, perten ciam a ZG1, então equipada
com este avião.
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Além disso. Os primeiros modelos utilizados, da série "C", mostravam-se
mais do que aptos para enfrentarem a incipiente ofensiva de ataques
noturnos da RAF.
Na verdade, embora não houvesse muitas alternativas para esta função
em 1940, não havia necessidade de um avião espetacular para lutar
contra os principais bombardeiros ingleses, que possuíam uma velocidade
limitada: o Wellington desenvolvia
376 km/h, o lento Whitley atingia apenas
307 km/h e o Hampden chega-va a 406 km/h. De todos estes, o Wellington,
era consi
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derado o bombardeiro mais capaz de todos na época, carregava a maior
carga de bombas e tinha um teto de ser viço de 6.000m.
Assim, o Bf 110C era capaz de atingir uma velocidade máxima de 558 km/h
e alcançar um teto de serviço de 9.800m. Além disso, o avião possuía
uma ótima razão de subida, sendo rápido o suficiente para alcançar qual
quer dos bombardeiros da RAF e abate-los com seu formidável conjunto de
canhões e metralhadoras agrupa dos em seu nariz.
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Em 24 de junho de 1940, ao abater um bombardeiro Handley-Page
da RAF, Streib demonstrou a aptidão deste avião para o papel de
caça no turno. A maioria dos pilotos que foram para os NJG viriam,
primeiramen te, das unidades de Zerstörer
que iam gradualmente sendo retiradas da frente de combate. Embora
vários destes pilotos já fossem ases, a mai-oria das tripulações
encarava sua transferência para a caça noturna qua se como uma punição.
No entanto o rápido sucesso destas unidades lo-go mudaria essa impressão.
Até meados de 1942 os caças noturnos eram guiados unicamente pelos
grandes holofotes de terra ou, ainda, pelos primeiros radares terrestres.
O surgimento dos modelos F-2 e F-3 foram acompanhados dos primeiros
radares de bordo, o que aumentava a eficácia das unidades noturnas.
A maioria dos tipos F e G foram utilizados pelas NJG2, NJG3, NJG5
e NJG6. Os Bf 110Gs equiparam também esquadrões de reconhecimento
e unidades de caça noturna localizadas na Finlândia e Noruega a
fim de interceptar bombardeiros da RAF sobre o Mar do Norte antes
que pudes-sem atingir as fronteiras do Reich.
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De tempos em tempos, os caças noturnos foram pressionados para uso em
operações diurnas contra os ata-ques conduzidos pela 8ª Força Aérea Americana,
notadamente a partir do verão de 1943. Estes grupos de Bf 110Gs sofreram
pesadas perdas já que não eram páreo para os caças norte-americanos de
escolta, como o P-47 Thunderbolt e o P-51
Mustang. Além disso, enfrentavam o pesado fogo defensivo dos B-17
Flying For-tress e B-24 Liberator. Mesmo assim,
os Bf 110s mostraram-se mortalmente eficazes contra os bombardei-ros,
quando estes operavam sem escolta, o que era raro.
Versões Finais
A versão G-1 foi produzida em pequena quantidade; a G-2 foi construída
tanto como caça noturno como destru idor de tanques (Panzerjäger), para
uso principalmente na Frente Russa e no Norte da África. Subtipos do G-2
foram o M1, com duas MG151 em torretas instaladas na fuselagem, e o M2
com lançadores de foguetes WGr 21 instalados sob as asas para uso em missões
de ataque ao solo.
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Na fábrica de Gothaer Waggonfabrik foi produzido um modelo G-3
que apresentava um novo e importante melhoramento no armamento,
substituindo as MG151 por canhões MK108 de 30mm. Esta versão também
seria utilizada para reconhecimento e em missões de suporte à infantaria.
No entanto, enquanto em serviço com o IV/NJG1 (Gru
ppe IV da Nachtjagdgeschwader
1), entre 02 de abril e 27 de maio de 1944, protótipos do G-3 receberam
os créditos pelos abates de 32 bombardeiros aliados.
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A versão G-4, por sua vez, foi equipada com motores DB603, que melhoravam
sua performance em grandes altitudes. Sua cauda também foi aumentada para
acomodar o equipamento de navegação noturna FuG 16 ZE, o radar identificador
FuG 25 A e o radar principal FuG 220. As metralhadoras de ré foram eliminadas
para a instalação do Schräge-Musik (canhões que disparavam para cima ou
para baixo em ângulo de 70º ou 80º).
O último esforço para extrair uma melhor performance deste avião sem
ter que retorná-lo à prancheta, foi o ca- ça noturno Bf 110G-4/U7,
que possuía uma injeção de óxido nitroso em seu motor DB 603 e um radar
SN2, o que fez com que sua fuselagem fosse estendida em mais 60cm.
Quando a guerra acabou, em maio de 1945, nada menos que 6.150 Bf 110s
haviam sido produzidos, existindo menos de cinco atualmente preservados
em museus ao redor do mundo, incluindo um espetacular exemplar do G-4
noturno, em exposição no museu da RAF em Hendon.
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Histórico
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Séries:
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Categoria(s):
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Caça pesado: B,C
Caça noturno: F,G |
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Tripulantes:
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Primeiro Vôo:
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Primeira entrega:
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Última entrega:
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Obs:
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Caça pesado bimotor padrão
da Luftwaffe. |
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Ficha Técnica
- Bf 110C-4/B
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Motor:
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2 x Daimler-Benz DB 601N, V12 invertido,
refrigerado a água.
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Potência:
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Dimensões:
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Envergadura:...................................... |
16,25m |
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Comprimento:..................................... |
12,10 m |
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Altura:................................................. |
03,50 m |
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Pesos:
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Vazio:.................................................. |
4.500 kg |
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Máximo:............................................. |
7.000 kg |
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Desempenho:
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Vel. cruzeiro:...................................... |
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Vel. máxima:...................................... |
562 km/h |
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Vel. ascensão:.................................... |
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|
Autonomia:......................................... |
850 km |
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Teto serviço:...................................... |
10.000 m |
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Armamento(s):
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4 x metralhadoras MG17 de 7,92 mm no nariz
2 x canhões MG FF de 20 mm no nariz
1 x metralhadora de retaguarda MG15 de 7,92 mm fixada atras
do cockpit
2 x bombas de 250 kg |
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Ficha Técnica
- Bf 110G
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Motor:
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2 x Daimler-Benz DB 605B, V12 invertido,
refrigerado a água |
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Potência:
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Dimensões:
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Envergadura:...................................... |
16,25 m |
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Comprimento:..................................... |
12,10 m |
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Altura:................................................. |
03,50 m |
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Pesos:
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Vazio:.................................................. |
4.500 kg |
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Máximo:............................................. |
7.000 kg |
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Desempenho:
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Vel. cruzeiro:...................................... |
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Vel. máxima:...................................... |
562 km/h |
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Vel. ascensão:.................................... |
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Autonomia:......................................... |
850 km |
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Teto serviço:...................................... |
10.000 m |
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Armamento(s):
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2 x canhões MK108 de 30 mm no nariz.
2 x canhões MG151 de 20 mm no nariz
2 x canhões MG151/20 mm atirando oblicuamente para cima (Schrage
Musik) ou 2 x MG81 de 7,92 mm no cockpit traseiro
Waffenwanne 151Z bandeja ventral com dois canhões MG151/20 mm
(Opcional) |
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